7 out 10.  Tive dificuldade em aceitar a imparcialidade desta “estória”, pois para além de ser um grande exemplo de que quem segura a camera tem no fim o maior poder, o retrato do “outro lado” é muito simplista na sua diabolização. Os vilões parecem demasiados “maus” e estúpidos para serem plausíveis… mas enfim, não seria de certeza o objectivo aqui fazer de “jornalistas”.

Mas como ferramenta de sensibilização e mobilização pela emoção, é bem conseguido.

 

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6 out 10. Um olhar sobre a tentativa de ter um prédio devoluto de Lisboa ao serviço de projectos colectivos de animação, cultura, artisticos, etc…

Gostei da parte narrada sobre a entrega dum presente à Câmara de Lisboa…

 

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6 out 10. Um olhar sobre a tentativa de ter a escola da fotinha como um espaço colectivo, e os acontecimentos que têm vindo a contrariar.

 

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