GIS



Encontrei por acaso um projecto fascinante da Yahoo: Purple Pedals.

A ideia é ter uma bike que registará automaticamente em imagens por onde andará. Tecnicamente é fascinante pela simplicidade final com que “enfiaram” tudo em 2 caixas de metal, e em como tudo funciona sozinho sem necessitar de muito “baby-sitting”.

Gostava de pôr os meus pés numa destas e dar muitas voltas por Lisboa, ou melhor: fazer o próximo biketour nela!


In my quest for following biketour (that this year I only spectate), I  dived into the new water of the web and been trying to keep swimming into the same direction 😉

The intention was to have an online diary about what  is happening and happened with biketour, having context (mainly geo, as it is a travel project after all), but making it in way that most of it will “run automatically” 😉

The history:

Well, last year I setup twitter accounts for the group and we use it internally and as a way of updating the website. While twitter is still the best free “tool” in what comes to multi-recipient “on-the-road” sms communication, it also works great for bridging that with the online world. When I resumed this year the “IT task” of biketour, one of my goals was to have twitter better integrated on the website and later on a blog.

Till now, one of the annoyances of twitter is it’s lack of a group feature. This makes the following/followers managing too repetitive, but also noticeable by offering no native combined feeds. One work around was to rely on 3rd parties to aggregate this streams.

I played already last year with Yahoo Pipes, and created a mashup of the organization process feeds. But this year I wanted to address other problems: getting the full text of each “tweet” (?) , and adding geo-references automatically whenever there would be locations mentioned.

 

Titter full text updates on a new stream :

This pipe is the result of my tests. It scraps , fetches each “tweet” permalink page for its full text , only when there’s “…” in the description (trying not to hammer more their poor servers). I made it ask for a RSS (not user account) because I wanted to feed it with another pipe that provides several accounts feeds, a solution around the close of “with friends”. I’m open to suggestions on how to improve it 😉

 

Auto post stream geo-referenced (geonames) – for wordpress with geopress and FeedWordPress :

What about combining that feeds with the blog (wordpress)? And why not doing it automatically? That’s was possible with “FeedWordPress” (WP-o-Matic had some problems and FeedWordPress supports deleting at once all the posts imported, which is great for when you are still testing around).

But what if you could also leave all that work of geotagging each post in the hands of the “machines” ?  I am using geopress (geomashup was appealing but had more problems with themes and other plugins) for the geo part , and wanted to turn “tweets” that mention locations in a point in the database and attach a map in the bottom. It’s possible with simple text tags that you can insert on the post itself.

So, I went and tried patching up geonames rsstogeorss (being used a lot within other pipes) with (Find nearby populated place / reverse geocoding) to get the place name (a bit redundant, but geonames doesn’t identify the place found in rsstogeorss). Then, if anything found it would be added to the title and description.

I’m not so satisfied with this results:

  • geonames results are worse than expected (and I wasn’t waiting for miracles), but the worse is that when you restrict it to a specific country it thinks that most items are referring to that country indeed. (maybe there’s something involved with feeding it with more than 20 items?)
  • yahoo pipes engine itself seems to mess with non-ASCII . While I have something like “Santarém” showing up right in an element, when I copy it as a variable to build a string the text gets messed up

Would love to hear your impressions…


Depois de termos oferecido os nossos mapas e outra informação geográfica ao cuidado da Microsoft (em vez de se optar por melhorar a solução open-source e tornar mais conteúdos abertos), chega agora a primeira vísivel actualização de conteúdos no Virtual Earth

  • Lisbon, Portugal
  • Faro, Portugal
  • Aveiro, Portugal
  • Braga, Portugal
  • Coimbra, Portugal
  • Guimaraes, Portugal
  • Leiria, Portugal
  • Porto, Portugal
  • Setubal, Portugal

    Estas são as cidades com ortofotos de alta-resolução, de ângulo inclinado onde se pode ver muitas fachadas a partir de 4 pontos diferentes.


    Virtual Earth / Live Maps: New Birds Eye and 3D cities in Virtual Earth. Portugal, Italy, and Austria get big updates.


  • Desta vez fomos menos…

    Não houve tema, como no mês anterior, e talvez por isso foi menos concorrida. Mesmo assim havia bastantes participantes, mas não contei quantos.

    Quando cheguei (atrasado) deparei com caras novas apenas, e tive a sensação que estava tudo à espera de “alguém” para começar. Recorrentes só chegaram ainda mais atrasados e depois de mais uns momentos de conversa lá se falou do percurso. Saímos apenas às 18.50 do ponto de encontro, já a ficar escuro. Descemos a Av. da Liberdade, e repetimos as voltas ao Rossio para depois voltarmos a subir até ao Marquês. Seguimos pela Av. Fontes Pereira de Melo até ao Saldanha, e seguimos lentamente pela Av. da República. Em Entre Campos continuámos pela estrada até à estação do Campo Grande, onde virámos 180º e regressámos pela ciclovia. Depois houve uma pequena conversa entre os participantes, mesmo que já muitos tivessem regressado a casa pelo meio do percurso.

    Talvez por causa da lua cheia, ou por haver muita gente nova, notei que houve bastante descoordenação e confusão. Havia diferentes ritmos e velocidades quase que em competição. O grupo ficou várias vezes cortado em semáforos ou por ter carros no meio. Demasiadas vezes ocupámos mais faixas do que seria “seguro” atendendo ao nosso número, ou mesmo bloqueámos a faixa bus. Ouvi também outras informações (dadas por motoristas) que fizeram temer pela segurança de todos.

    Por isso acho fulcral responder eficazmente à falta de experiência dos estreantes com boa informação. É algo contraditório que no ínicio se espere dar “palestras” sobre como agir ou mesmo sobre “o que vamos fazer e por onde vamos”. Mas acho que uma boa solução seria preparar e distribuir uns panfletos com conceitos básicos e informações acerca de como manter a segurança durante o passeio. Quem quer avançar? 😉
    Edit: parece que já existe um panfleto feito! Obrigado Paulo pelo comentário

     

    Fica aqui o mapa do percurso feito

    (Venham as fotos agora, e os vídeos 😉

    Site da Massa Crítica – Portugal


    Depois de ter visto na lista da bicicletada várias fotos a mostrar como é o uso da bicicleta em vários pontos de Lisboa fiquei inspirado.

    Quis mostrar alguns detalhes sobre o que se passa na antiga expo, focando na utilização da bicicleta, do automóvel e o planenamento urbanistico.

    As fotos principais estão geo-referenciadas e acessíveis apenas neste link (não posso incluir o mapa aqui)

    Todas as fotos estão neste álbum.


    Curta mas muito bem disposta.

    Foi temática ao trazer vári@s participantes vestid@s de “executiv@s”. Tivemos cobertura mediática por isso, esteve lá a SIC e pelo menos 1 fotógrafo. Todos falaram dum grande número de participantes (alguém sabe quant@s?). Houve um autêntico MC a espalhar alegria, frases de ordem e humor acutilante através dum megafone. Eu distribuí alguns autocolantes “um carro a menos“…

     

    Saímos às 18.25 do ponto de encontro pressionados pela equipa da SIC para que fosse possível captar algumas filmagens das habituais voltas ao Marquês. Seguimos pela Av. Fontes Pereira de Melo até ao Saldanha, donde voltámos para de novo circundar o Marquês. Pouco depois das 19h descíamos a Av. da Liberdade, dávamos uma volta ao Rossio e continuávamos pela Rua do Ouro até pararmos na Praça do Munícipio. Aí os participantes deram várias voltas, foram mostrados dois grandes banners, foram feitas “fotos de grupo” a levantar as bicicletas e ainda houve tempo para termos uns dedos de conversa com a polícia municipal. Quase às 20h contornámos a Praça do Comércio para subir pela Rua da Prata até de novo ao Rossio onde oficialmente acabou este passeio-celebração.

    Fica aqui o mapa do percurso feito (muito simples, logo quando se estreava o GPS na MC)

    Venham as fotos agora, e os vídeos 😉

    Site da Massa Crítica – Portugal

    A edição video do Tiago Carvalho:

    Um video do Pedro Antunes:





    No Fim-de-Semana de 24,25 e 26 de Março voltei a Nisa para experimentar os trilhos abandonados.
    A navegação ficou a cargo da experiência do João E, mas posteriormente corrigi uns mapas que criámos com base nas cartas. Depois foi referenciar as fotos e colocá-las online no flickr, picasa e mais tarde no panoramio.
    Os videos ficaram no google e juntos pelo vodpod

    1º Dia 24:
    Longitude (kilometers):63.51 Points: 438
    Elevation (meters):Min:79.5 Max:334.5
    Accumulated Height (meters):
    Up:1,403 Down:1,403

    Mapa e fotos

    2º Dia 25:
    Longitude (kilometers):48.27 Points: 320
    Elevation (meters):Min:205.8 Max:324.5
    Accumulated Height (meters):
    Up:470 Down:470

    Mapa e fotos

    Dia 3:

    ainda não há mapa nem fotos

    Deixo um ficheiro para que a vizualização dos mapas no Google earth seja mais interessante.
    São um conjuntos de layers dinâmicos, como toponomia mais precisa e completa, fotos geo-referenciadas da área,
    layers GE
    Terão de mudar a extensão .pdf para .kmz (uma vez que aqui só aceitam alguns tipos de ficheiros)

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