DocLisboa 2012



5 out 10. Sinceramente não percebi como este filme pode ser catalogado como documentário… Pareceu-me uma mistura mais forçada, do que realmente “criativa”…

Confesso, não consegui ficar cativado nem pela história nem pela “tentativa” de mostrar algo sobre as Caldas.

A reter: a parte sobre a fabricação de louça das Caldas fez soltar risadas “loucas” em parte da audiência… as mais estridentes vinham de pessoas “famosas”, vá se lá saber no que estavam a pensar…

 

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7 out 10.  Tive dificuldade em aceitar a imparcialidade desta “estória”, pois para além de ser um grande exemplo de que quem segura a camera tem no fim o maior poder, o retrato do “outro lado” é muito simplista na sua diabolização. Os vilões parecem demasiados “maus” e estúpidos para serem plausíveis… mas enfim, não seria de certeza o objectivo aqui fazer de “jornalistas”.

Mas como ferramenta de sensibilização e mobilização pela emoção, é bem conseguido.

 

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6 out 10. Um olhar sobre a tentativa de ter um prédio devoluto de Lisboa ao serviço de projectos colectivos de animação, cultura, artisticos, etc…

Gostei da parte narrada sobre a entrega dum presente à Câmara de Lisboa…

 

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6 out 10. Um olhar sobre a tentativa de ter a escola da fotinha como um espaço colectivo, e os acontecimentos que têm vindo a contrariar.

 

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7 out 10. Indignados na praça do Sol. Observação e escuta de vários discursos de dentro do campo.

O filme acabou por duplicar a duração, pois uma nova edição tinha de ser feita após os acontecimentos de Setembro.

 

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6 out 10. Varredores numa estrada do Afeganistão. Passou-me o sentimento de frustação pelo trabalho quase absolutamente inútil.

Interessante sequência: jovens a tentar jogar futebol (até com balizas) na estrada. Reclaim the streets! 😉

Acabou por ganhar e vi-o novamente

 

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8 out 10. Questões muitos interessantes são levantadas aqui, num espécie de debate entre vários especialistas. Para mim foi interessante ouvir a ligação entre a “imposta normalidade” duma sociedade e o facto da permanente observação ser o instrumento que levará a uma “auto-censura” ou “auto-disciplina”.

Também a divagação sobre a “existência perpétua” via os dados digitais de cada um repositados numa qualquer nuvem… tema fértil a muitas discussões de adivinhações sobre o futuro 😉

 

 

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