As possíveis medidas que talvez um dia sejam tomadas só em Lisboa , reacenderam o “friendly-fire” dos comentários de quem sabe muito bem como resolver os problemas do país.

O que é frustante é ver que poucos reconhecem que o elefante ESTÁ no meio da sala. Ou se queixam do cheiro, de que os trocos desaparecem (maldita tromba aspiradora!), de que já não há tanto espaço para se sentarem, de que têm que pagar impostos sobre paquidermes (ké isso e pq?),  de que não vêem outra forma em como ir trabalhar no circo lá bem longe, de que ainda cabem mais animais lá no zoo caseiro, etc etc…

Se calhar seria melhor reflectir possivelmente acerca de, quem sabe, equacionar hipoteticamente o porque não deixar o elefante … ups, espero não ter alarmado ninguém! Perdoem as minha palavras árduas!

Fora de metáforas,
partilho uma vez mais a minha opinião com o Miguel, a quem agradeço uma vez mais por "monitorar" este tópico e intervir numa lógica de participação cívica positiva.

A falsa questão da liberdade individual no controlo do trânsito