ecology


Quem ache que uma bicicleta também pode ajudar a reduzir emissões, porque é energeticamente eficiente, pode já assinar uma petição que tenta levar ao parlamento a discussão sobre a introdução duma simples alínea:

Ao não serem sujeitos a matrícula, ficaram automaticamente excluídos" do OE2009, que define que podem originar benefícios fiscais os "veículos sujeitos a matrícula exclusivamente eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis".
"Ao permitir que 30 por cento do investido em veículos eléctricos e/ou veículos não poluentes possa ser recuperado no IRS ao fim do ano, a justificação do Governo é incentivar o transporte sustentável, atacar de certa forma a crise energética e ao mesmo tempo ajudar a desenvolver uma indústria de transportes não poluente em Portugal", realçou.

Antes mais vamos lá ver qual é o feedback do título sensacionalista ;) Google: work your magic!

Foi com surpresa que li a notícia da Lusa em que houve uma praxe em Beja que consistiu em plantar árvores e limpar matas.

Acho que se foi bem feito, este poderá ser o príncipio duma carreira académica para cidadãos que irão estar motivados e capazes de fazer muito melhor em Portugal, do que actualmente. Parabéns!


Estava agora a ler um livro chamado Understanding Globalization By Robert K. Schaeffer , e encontrei referências à revolução dos cravos portuguesa.

No enquadramento das causas para as “alterações” o autor realça a dependência económica do país face às suas colónias e emigrantes, mas ainda mais sublinha o sarilho aquando da guerra do Yom Kippur (73). É que a ditadura portuguesa tinha apoiado os EUA, que assistiram Israel contra os interesses árabes da OPEP. E Portugal que já não bastava estar tão dependente das economias ocidentais que agora começavam a estagnar, ainda tinha guerras para “pagar”!

Seria interessante especular se a nossa revolução teria acontecido se não fosse o bater pé da OPEP… e foi essa a reflexão que me fez escrever este post!

Termino apelando aos que nostalgicamente falam da personagem vencedora de concursos de tv, mas batida por uma simples cadeira : não leiam a História em compartimentos geo-temporais e não a esqueçam… ou estarão condenados a repeti-la!

Mais uma prova de que só mesmo com estes preços altos do carburante as empresas decidem por opções mais razoáveis ambiental, social e economicamente.

Portugal e os outros países que perderam produção para destinos mais baratos, como a China e a Índia vêem assim agora, com o aumento do preço do petróleo, regressar a vantagem comparativa de estar perto dos mercados.

PUBLICO.PT : Empresa alemã faz regressar a Portugal parte da produção que deslocou para a China

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